domingo, março 25, 2007

Made in Brazil

Baseado num post do séries etc...

Eu estava ouvindo ao excelente podcast semanal do "séries etc" e fiquei iluminada com o que os caras falaram sobre como seria se as séries que a gente gosta fossem encenadas aqui no Brasil...E eu dei muita risada! segue aí em cima o link para a lista dos caras que eu, com toda a minha humildade, tentarei complementar com o que eu acho que falta...

Boston Public: A série provavelmente duraria uns três episódios pois a equipe de produção teria todos os seus equipamentos roubados.

Weeds: Ia ser muito sem graça e irreal, já que vender maconha no Brasil é coisa que se aprende na faculdade de administração.

Veronica Mars: A moça, depois de ter resolvido uns três casos meio grandes, ia sumir do mapa sem dar notícias, já que se meteu onde não foi chamada....Mas não fala para ninguém porque é segredo de estado.

The Office: A versão brasileira, provavelmente comprada pela Record, mostraria o escritório com uma recepcionista gostosa que ia falar no gerúndio, um office boy sem os dentes da frente e Tom Cavalcante como Micheal Scott.

30 Rock: Os bastidores do Domingão do Faustão seriam mostrados nessa interminável comédia de 30 minutos.

Desperate Housewives: As quatro donas de casa interpretadas por Camila Pitanga (Gabrielle), Deborah Evelyn (Bree), Andrea Beltrão (Lynette) e Malú Mader (Susan) morariam num apartamento na Barra da Tijuca, com um jardineiro barrigudo e sujo chamado Severino e roteiros de Manuel Carlos.

Medium: Mãe Dinah está de volta, mas dessa vez a polícia vai levá-la a sério já que Walter Mercado era para ser a segunda opção...

Cold Case: Não ia pegar...Linha Direta tem muito mais audiência...

Footballer's Wives: A série britânica nunca ia vingar no Brasil... Susana Werner, Deborah Secco e Adriane Galisteu estão separadas por emissoras e não poderiam atuar juntas...

The Nanny: Não teria a menor graça. Todas as babás daqui se vestem de branco e têm que acompanhar a família toda das crianças desde o passeio ao shopping até os almoços de família. E aquelas roupas bizarras e a folga total de Fran Fine seriam absolutamente retiradas para a série ser coerente...tsc tsc tsc..

É pessoal...Se a gente têm que se aproximar do Brasil nas séries de TV, é melhor ficar com a séries dubladas...

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sábado, março 03, 2007

Crossing Couples

Com o recente "cross-over" de Las Vegas e Crossing Jordan, eu fiquei pensando como é legal quando séries se juntam por um episódio. Friends e Mad About You, ER e Third Watch, os CSI's entre eles, Melrose Place e 90210, Friends e Caroline in the City...Esses dois últimos envolveram perspectivas de romances entre si (Kelly com um cara do Melrose e Chandler e Annie) e eu achei isso bem bacana. Estava pensando em listar uns possíveis cross-overs que seriam legais, mas o dia dos namorados nos States (e daqui a pouco estaremos infestados de episódios com essa temática chegando por aqui) me inspirou a escrever possíveis uniões bacanas de casais em potencial...
Vamos então...


Dr House (House) e Dra Addison Shepherd (Grey's Anatomy): Os talentosos médicos formariam o casal mais sexy e competente da telinha. O primeiro, cheio de neuras e sarcasmos e a outra, irônica pra caramba, combinam demais e, se não fossem os executivos de grandes corporações televisivas, tenho certeza de que a relação desses dois deixaria de ser só fantasia no meu mundinho ideal de séries. Esqueçam Cuddy, Cameron, McDreamy e McSteamy...A química desses dois ultrapassaria emissoras egoístas e salvaria muitas vidas.



Joy Turner (My Name is Earl) e Uncle Andy (Weeds): Os dois picaretas hilários, a principio, não combinariam. Mas pense comigo: Os dois não têm caráter. Os dois são pilantras. Os dois mentem pra caramba. Os dois são lindos de morrer. E os dois são muito engraçados. Andy já namorou uma maluca e Joy provavelmente tem uma lista de esquisitos que já chegaram a conhecê-la (biblicamente falando). Juntem os trapos e teremos hilárias cenas de trailers em Agrestic, interrompendo as casas padronizadas de ticky tackys...



Nancy Botwin (Weeds) e Keith Mars (Veronica Mars): Nancy escolheu o policial errado. Tudo bem, Keith Mars seria muito mais justo do que Peter ( ex da traficante) e, provavelmente, colocaria a moça na cadeia...Mas vamos deixar a justiça de lado neste caso...Nancy e Keith seriam um casal discreto e fofo. A mãe mais esforçada de Agrestic e o pai mais legal de todas as séries formariam um casal muito, mas muito bacana. Com a ironia e o charme dos dois, não haveria espectador que resistisse à união.



Christian Troy (Nip/Tuck) e Gabrielle Solis (Desperate Housewives): Os brutos também amam? No caso dos dois pode não ser amor, mas não há quem discorde que os cafagestes se merecem e combinam. Os dois tiveram relacionamentos complicados no passado. Os dois são hilários e politicamente incorretos. Os dois perderam a chance de se tornarem pais. E os dois chegaram a ter filhos de maneira inusitada (e em situações bem parecidas). O sexy doutor e a ex-modelo teriam a vida de sonhos. Morando num apartamento de luxo (sem necessidade de jardineiros), a vida bela e sem defeitos pode até ser que dure pouco, mas convenhamos, valeria a pena para os dois. Sem dúvida seriam um dos casais mais bonitos da telinha e formariam um casamento muito sexy. E como qualquer casamento sexy, conturbado. Mas nada que a latina e o cirurgião não agüentem...Mesmo porque dinheiro paga terapia de casais (já diziam Sean McNamara e Bree Van DeKamp).



Parker Scavo (Desperate Housewives) e Bridget DuBois (Medium): Tudo bem, lá nos EUA se um garoto de 2 anos der um beijo numa menina já é assédio sexual, mas no mundo da fantasia e dos seriados, não haveria casal mais fofo do que esses dois. Parker pode enlouquecer Lynette Scavo por horas, mas as cenas do garoto com sua mãe são as mais carinhosas e fofas da família. Já Bridget dispensa comentários (mas vou fazê-los assim mesmo). A garotinha é a melhor parte de Medium, rouba as cenas dos adultos e é muito doce e sincera. A intérprete de Bridget DuBois simplesmente é a atriz mirim mais perfeita da atualidade. Cuidado Dakota Fanning, uma gordinha simpática e engraçada pode tirar seu posto.



Dra. Kerry Weaver (ER) e Dra. Liz Cruz (Nip/Tuck): Dra Weaver era a força do Pronto Socorro do County General. Liz Cruz é a única racional da clínica de Troy e Sean. As duas sofrem em arranjar companhia. Weaver perdeu a mulher em uma acidente e tormou-se mãe solteira, Liz terminou um longo romance e sempre quis ter um filho. As duas moças competentes e sérias se completariam e, quem sabe, poderiam até abrir uma clínica juntas, já que Weaver deixou Chicago e Liz sempre ameaça sair da McNamara/Troy.



Catherine Willows (CSI) e Danny Taylor (Without a Trace): Catherine está precisando de um homem. Danny Taylor é um rapaz completo e solteiro. Parece até coisa de super-herói, mas os dois poderiam se unir e combater crimes. Com Grissom fora da jogada e Warrick fora do mercado, não sobra muito solteiro compatível com o perfil de Catherine. Se formos buscar alguém em outra série, o sexy latino Danny Taylor é a melhor sugestão. Bonitão, inteligente e fofo, o cara é exatamente o que Catherine precisa. Sem chances de namorar Samantha e com Elena Delgado só dando fora no cara, Danny merece a linda, sexy e brilhante Catherine Willows. Só resta que saber quem se habilitaria a mudar de cidade...

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quinta-feira, fevereiro 22, 2007

Coisas que estragam séries...

Post baseado em votações do site Jump the Shark

A Expressão "Jump the Shark" é muito conhecida no mundo dos seriados. A série Happy Days já tinha alcançado seu auge e estava em decadência, mas muita gente ainda apostava no futuro da série dos 4 amigos. Até que Fonzie, o personagem mais popular, resolveu pular um tubarão enquanto estava andando de Jet Ski. Essa foi a gota d'água (haha...trocadilho!!). Os espectadores ficaram com cara de "What the Fuck?" e resolveram desencanar de assistir a uma série que claramante tinha entrado pelo cano.
A expressão "Jump the Shark" ficou famosa por designar exatos momentos em que uma série se perdeu (Tipo quando a Felicity cortou o cabelo)... Então, para homenagear Fonzie e seus amigos aqui vai uma lista de atitudes dignas de se classificarem como "Jump The Shark" para as séries...

Saída de Personagens Principais: Quando uma série é boa, normalmente ela é assim por causa de seus personagens. Ninguém nunca imaginaria tirar George Constanza de Seinfeld, ou Chandler de Friends. Mas para não perder a grana que ainda se pode ganhar esticando uma série, mesmo sem seus principais personagens, a gente acaba testemunhando cada coisa ruim...
Mulder, de Arquivo X e Diane, de Cheers são exemplos vivos de que tirar um personagem chave pode afundar uma série. Brenda e Dr. Ross foram persoagens extremamente importantes para 90210 e E.R, respectivamente, mas as suas saídas não só foram bem compensadas e ajudaram na promoção de suas séries, como as personagens ainda contavam com um grande e forte núcleo para cobrir o buraco deixado (embora há muita gente que discorde de mim...)

Mesma Enrolação por muito tempo: Quando se enrola muito para definir alguma coisa como um relacionamento ou um mistério, o público cansa demais e acaba abandonando o seriado. Em Friends, Ross e Rachel ficaram juntos já na segunda temporada. A revelação da paternidade de Matt McNamara, em Nip/Tuck também aconteceu no segundo ano. Em Desperate Housewives temos um grande mistério resolvido por temporada. Em Veronica Mars também. Quando se demora para decidir alguma coisa, o público tende a cobrar muito mais. Quando Fran Fine e Mr. Sheffield ficaram juntos em The Nanny, a audiência acabou achando aquém da expectativa. O mesmo aconteceu com "A Gata e o Rato"... Em Arquivo X, o primeiro beijo de Mulder e Scully deixou o público dizendo: "Só isso?"... Essa série, talvez por seu final vergonhoso, é campeã de momentos Jump The Shark. A enrolação do seriado não ocorreu apenas no suposto romance entre seus protagonistas. O mistério da verdade que estaria lá fora e que todos nós queríamos acreditar, acabou por ter uma solução medíocre que beirou o ridículo e que ninguém gostou. Lost corre esse risco. Heroes também. "Reunion" correu, aconteceu e ninguém entendeu. Tomemos cuidado, então, para que Jump The Shark não vire "Jump the Lostzilla".

Substituição de Personagens: A pior coisa que existe é criar um personagem novo para substituir outro. Não sou contra reformulações de elenco, mas tentar substituir um ator não é para qualquer um. Tudo bem, contrate alguém para não precisar mudar a folha de pagamento, mas não precisa querer compensar. Quando Dr Ross saiu de E.R, Luka Kovac, que não tinha nada a ver com o antigo médico, foi chamado e cumpriu bem o seu papel. Quando a mocinha das mocinhas, Brenda Walsh, saiu de 90210, a malvada Valerie entrou em seu lugar e foi um sucesso. Em Cheers o caso é engraçado...Com a morte do velho Coach, Woody Boyd, o garoto ingênuo, substituiu o cara muito bem e Woddy Harrellson acabou virando estrela. Já com a saída de Diane, Kirstey Alley foi escalada para interpretar um novo interesse amoroso para Sam Malone e, com características bem parecidas com as de Diane, a personagem não foi bem aceita pelo público e a série afundou. O mesmo vale para Arquivo X. Com a saída de Dunchovny da série, Robert Patrick foi substituí-lo ao pé da letra e fracassou. O mesmo aconteceu com a versão britânica de Coupling. Quando o maravilhoso Jeff deu adeus ao pessoal, Steven Moffat resolveu criar Oliver, uma versão paraguaia e bem mal-feita de Jeff. O fiel público repudiou o coitado e a série acabou cancelada no ano seguinte...É sempre uma pena...

Novos Personagens: Se alguém se perguntava aonde Lost melhor se encaixaria, acredito que é neste quesito. A criação de novos personagens para uma série que já está firmada nunca dá muito certo, não importa a qualidade do ator. Imagina uma mulher nova entrar na turma de Friends? Em My Wife and Kids, o namoradinho de Kady era uma graça e muito bom ator, mas não havia lugar para mais niguém na família dos Kyle e o garoto parecia muito artificial. Em Bones, contrataram a nova chefe Camille (que eu não acredito que serviu de substituição para a saída do ator que fazia o Dr Goodman) e muita gente odiou. A moça até que não tem nada de muito ruim, mas é mais um empecilho para o provável futuro romance entre o policial Booth e a antropóloga Brennan, correndo risco de uma grande enrolação no futuro... Mas vamos à ilha. Na primeira temporada, tínhamos um elenco principal de uns 15 personagens, mas sabíamos que naquela ilha ainda havia gente como Etham Rom e Russeau. Na segunda temporada, descobrimos mais sobreviventes (tanto no lado conhecido da ilha quanto os da parte traseira do avião). Na terceira temporada conhecemos muitos dos "Outros" e uma pá de novos sobreviventes. Ou seja, em uma série em que apenas 100 dias se passaram, ter um número gigantesco de personagens pode ser trágico. Não gostaram de Ana Lucia, Não gostaram de Libby e provavelmente não vão gostar de muitos. E quem não gosta por muito tempo, muda de canal.

Romances Bizarros: Não canso de enumerar quantas vezes The O.C já pulou o tubarão... Talvez quando Luke e Julie Cooper resolveram ter um caso. Ou quando a Marissa roubou a namorada do Seth. Ou quando o irmão do Ryan tentou estuprar a Marissa, ou quando o Ryan catou a mina do vô do Seth, ou quando ele catou a meia-irmã da sua "mãe postiça"... Nossa... são tantos momentos de tubarão que eu até esqueço que Leo teve de se separar de Piper porque virou um ancião, em Charmed. Ou que Josh e Lilly resolveram juntar os trapos num barraco, em Popular, ou que Ephram engravidou a babá, em Everwood... Seguindo essa linha de raciocínio, eu até colocaria o Andrew dormindo com o namorado da mãe na segunda temporada de Desperate Housewives, mas a terceira temporada está tão boa, que o tubarão da segunda temporada, ainda bem, foi logo esquecido...

Formaturas: Não acontece só com a gente não. Quando a gente se forma no colégio, acabamos percebendo que estamos deixando muita coisa de lado. No mundo das séries acontece a mesma coisa. Só que as pessoas que são deixadas de lado, são os espectadores. Dizem em 90210 teve seu maior momento Jump The Shark com a formatura da turma de West Beverly High, mas eu discordo. O fato de a turma inteira ter ido para a mesma faculdade pode ter sido bizarro, mas facilitou, e muito, o desenrolar da trama...(o mesmo acontece agora com Veronica Mars na Hearst College). Já o exemplo mais clássico de formatura como declínio de série é de Dawson's Creek. Enquanto a turma do riacho estava reunida em Capeside, não havia do que reclamar. Mas quando o pessoal se formou, realmente foi esquisito o "Me in Boston you in Los Angeles"...Não havia mais a união do grupo. Parecia que um capítulo se dividia em 4 histórias independentes... E a série deu seu adeus. E The O.C? The O.C todo mundo se separou. Teve gente que não entrou na faculdade, teve gente que foi pro outro lado do país...Mas, sinceramente, esse foi um mínimo detalhe no fracasso da série de Orange County.

Mortes: Quando alguém morre e não há organização suficiente para continuar com a qualidade da série (como na maioria das vezes), normalmente a série se perde. Para muitos fãs de Charmed, a morte de Prue foi o ponto final da série (mesmo com Charmed durando quatro anos a mais). Para os que ainda confiaram na chegada de Paige, o ponto final foi com a morte de Cole. O rosto mais bonito da mais bizarra das séries tinha voltado a ser um demônio, e teve que ser morto num episódio mega especial com cara de final de série (e mesmo assim, a série durou ainda 2 anos...capenga, mas durou). Mas a mais clássica de todos os tempos foi a morte de Marissa. Eu já tinha desistido da série, mas com a morte da Marissa o público me acompanhou. Tudo bem, colocaram a Taylor que é infinitamente mais bacana do que a finada, mas a série não era para Taylor. Era muito mais para a Marissa. E Marissa já era.

Casos Estranhos:
Nada mais bizarro do que pular um tubarão, não é mesmo? E que tal universos paralelos, em The O.C? ou viagens futurísticas para acabar com o mal, em Charmed? Ou a suposta encarnação de Jeff numa mulher, em Coupling? Ou o Charlie ficar 20 minutos morto e depois conseguirem ressucitá-lo em Lost? Ou Sidney Bristow acordar em Hong Kong 2 anos depois, em Alias? Ou um bebê aparecer na porta dos Abbott, em Everwood? E a Felicity viajando no tempo (e olha que eu fiquei bem sussa com o cabelo curto)? O Owen crescendo do nada, em Party of Five? Harrison falando com Deus e revertendo seu suicídio, em Popular?
Não...tudo isso pode ser bizarro e estranho...Mas nada ganha de pular um tubarão.

Era sobre o quê mesmo? Diversas vezes a gente já se viu desencanando de assistir a um seriado porque ele mudou completamente sua essência...Popular, de sátira virou um dramalhão, The O.C era para ser uma série sussa sem muitos exageiros, até que sua segunda temporada levou a série ladeira abaixo, Arquivo X, por seu final, merece ser comentada aqui, assim como Baywatch que se meteu a ser séria quando, na verdade, era só desculpa para mostrar corpos pouco cobertos... É perdoável devido às circunstâncias, porém 8 Simple Rules deixou de ser a melhor comédia dos últimos anos para virar um seriado sem-graça e com lições de moral a cada piada, mas a razão de seu declínio é totalmente uma exceção e a gente não pode ficar bravo...

Christopher Gorham: O coitado é bom ator, bonitinho, sem complicações, mas nenhuma de suas séries conseguiu emplacar. Popular(a única a durar 2 temporadas), Odissey 5, Jake 2.0, Out of Practice, Medical Investigation...Até quando o cara entrou em Felicity a série foi cancelada! Então é claro que a entrada de Christopher Gorhan é altamente arriscada para uma série.

Bom crianças, se você alguma dia entrarem para o maravilhoso mundo dos seriados, sigam essas instruções da titia Paula pra vocês não perderem o emprego logo...

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Spin Everything!!!!

Na onda dos Spin-Offs-provavelmente-desnecessários-mas-sempre-divertidos (vide Addison Shepherd, já mencionada) resolvi criar um tópico para possíveis Spin-Offs que seriam uma delícia mas um tanto estranhos de se assistir...Vamos a eles

Mini Medium: Seguindo os passos de sua mãe, Allison DuBois, a pequena Bridget salvaria seus amiguinhos da escola conforme seus sonhos da noite anterior, sempre regados de bom-humor e com pedaços de desenho animado... E participações especiais de Joe DuBois... Porque Joe DuBois é demais!

Shafting: Acho que depois do fracasso de "Shasta McNasty" não houve outra série sobre uma banda tentando de tudo para alcançar o estrelato. Shafting seria o Spin Off de Charlie de Lost e sua banda Drive Shaft. A inovação é que a história se passaria antes da queda do avião na misteriosa ilha. Então a gente já saberia que Charlie se viciaria em drogas, que "You All, Everybody" viraria um hit, que eles fariam uma turnê pela Islândia... Até que dava para durar umas quatro temporadas...

Mayor Celia: A série seria focada na gestão da prefeita Celia Hodes no condado de Agrestic. O Spin Off de Weeds certamente daria o que falar com a prefeita obsessiva, perfeccionista e absolutamente hilária tentando administrar as coisas nada convencionais que acontecem nas pequenas caixas de ticky tackys. É Emmy na certa para Elizabeth Perkins, e diversão para qualquer um.

Neptune Grand: O lugar mais obscuro de Neptune,California seria o cenário ideal para um Spin-Off de Veronica Mars: O hotel em que ricos bad boys, amantes secretos e sacanas vigaristas se hospedam tem muito o que mostrar. Seria uma série bem ao estilo de Las Vegas, mas com o roteiro de quem entende de qualidade: Rob Thomas.

MacWorld: Tudo bem...nunca dois spin-offs de uma série vão existir, mas como no meu mundinho vale tudo, a série da Mac, de Veronica Mars, seria um sucesso. A coadjuvante mais bacana da turma da Veronica também resolveria casos, mas de um modo muito mais nerd e tecnológico, acompanhado de uma carinha de fofa e um humor bem peculiar. Eu Assisto!!!!

Catch Me, Scofield: Como foi sugerido no site "séries etc...", o spin-off de Prison Break, seguiria a vida de Scofield, agora trabalhando para o FBI para pegar fugitivos da polícia. Algo como um Without a Trace com um pouco de hipocrisia e uma pitada de Prenda-me se for capaz...Daria uma boa audiência essa daí.

We'll Always Have Paris: O Spin-Off de Gilmore Girls funcionaria em torno da mais hilária personagem de Stars Hollow: Paris Geller. A série mostraria as peripécias de uma jovem jornalista tentando ser sempre a primeira a conseguir um furo de reportagem, mesmo que suas atitudes sejam, digamos...Pouco convencionais.

Being Rosie: Spin-Off de Will and Grace? Nem Pensar! a gente até gostaria de ver as estripulias de Jack no mundo do showbizz (E o nome "O Estranho Mundo de Jack" seria uma boa), mas sem os três amigos para fazer-lhe compania, não daria nada certo. Por que então não usar Rosario como personagem principal de uma série? As aventuras de uma imigrante ilegal e imoral seriam perfeitas para acompanhar My Name is Earl nos momentos politicamente incorretos da NBC.

Howard You Doing?: Seguindo a linha de Dexter, o spin-off de Bones contaria a história de Howard Epps, um dos melhores vilões e serial killers dos seriados investigativos. Focando um pouco na passagem da adolescência para a fase adulta, entenderíamos o porquê de sua obsessão e acompanharíamos o dia a dia de um maluco com um mórbido desejo de vingança. Claramente a série não iria durar 10 episódios, pois não há sequer algo de moral no programa (como há em Dexter), mas ainda sim, é algo inovador.

Without Borders: Para não acabar com a saga de E.R quando a série terminar, Luka e Abby poderiam mudar de carreira e trabalhar como médicos sem-fronteiras nos Balcãs nesse Spin Off. (Não...Carter é chato...) Com o objetivismo de Abby e o sentimentalismo de Kovac a série se equilibraria muito bem no drama e na comédia (algo como um M*A*S*H mais dramático) e renderia diversos prêmios por expôr os problemas de humanidade...Simples assim...
Obs- A enfermeira Sam Taggart já possui um Spin-Off há cerca de três anos. É impressiontante como suas histórias não têm absolutamente nada a ver com o County General...A série deveria chamar-se "E.R e Sam".

Bom, se a gente descartar os orçamentos, os contratos com outras séries/emissoras e as respostas da audiência até que dá para viabilizar algumas produções...

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segunda-feira, fevereiro 05, 2007

And...Cut

Baseado em uma notícia do séries etc...

Como se não bastasse o número de bam-bam-bãs do cinema hollywoodiano produzindo seriados, agora está crescendo o número de diretores consagrados que dirigem episódios pilotos. Brian Singer dirigiu o primeiro episódio de House. Spike Lee, o primeiro de Shark e vai dirigir o de M.O.N.Y. Peyton Reed comandará o piloto de Cashmere Mafia e P.J Hogan o de Philadelphia General. Eu fico aqui pensando cá com meus botões como seria legal se tivéssemos mais séries assim, com diretores deixando suas trademarks em episódios iniciais que acabariam por delinear o rumo das novas séries. Com tempo de sobra e numa manhã nublada, sentei e esbocei alguns pilotos de séries, além de relembrar algumas que já tinha criado com ajuda de uns amigos...
Chamemos então os diretores...

Nancy Meyers: A diretora de "O que as mulheres gostam" dirigiria o piloto da dramédia "Step Into My Office Baby", uma série sobre uma revista masculina (MENtality) que tem como novo editor-chefe, uma mulher.

David Fincher: O Fantástico diretor de Se7en e Clube da Luta está em boa forma para dirigir o piloto de "Copycats", uma série sobre policiais que investigam crimes copiados de outros, ou baseados em algo, com a ajuda de uma perita em cultura pop.

Oliver Stone: O polêmico diretor de JFK e World Trade Center dirigiria o piloto de "White House Confidential", um drama investigativo de um vice-presidente que forja a própria morte ao descobrir ser o alvo de um atentado que vem de dentro da própria casa branca.

Kevin Smith: O diretor mais Cool da atualidade usaria de seus truques em Clerks e Dogma para comandar o primeiro episódio de "Without a Case", uma comédia sobre um grupo de policiais especializados em um tipo de crime que não acontece há anos, fazendo com que seus dias de trabalho sejam absolutamente nulos e hilários.

Tizuka Yamazaki: A diretora de "Lua de Cristal" e "O Noviço Rebelde" dirigiria o piloto (e por que não a série inteira?) de "As Aventuras de Xuxa", onde Xuxa e suas amigas Debby e Ivete Sangalo combateriam madrastas, cientistas, derrubadores de árvores etc...

Mel Gibson: O polêmico ator/diretor dirigiria o episódio piloto de "Clístenes", uma série falada em grego, sobre a história da grécia antiga e da democracia, passando por todas as escolas filosóficas e o apogeu da arquitetura.

Michael Moore: O Excêntrico documentarista seria chamado para dirigir o primeiro episódio da série de ficção "Shame on You", que conta as dificuldades de uma vila americana em conseguir o aval para a realização de abortos, casamentos gays, venda de entorpecentes, enquanto sua população é explorada em trabalhos com pouca remuneração, habitam cortiços e são sacaneados por suas companhias de seguro.


E pensar que grande parte dessas séries correm o risco de um dia existir...

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O Brother, Where Art Thou?

Baseado em uma matéria do séries etc...

A temporada de preparação de episódios pilotos de seriados deve ser extremamente cuidadosa na escalação de seu elenco. Bons protagonistas são a chave do sucesso...Imaginem Nicolette Sheridan fazendo a Bree VanDeKamp, ou a Ellen Pompeo largando a Meredith Grey para fazer Felicity...Não daria nada nada certo. Estrelas de tv disponíveis e de qualidade podem levar um show ao sucesso. Aqui vai uma lista de 10 deles que estão esperando uma oportunidade:

Sasha Alexander: Depois de se queixar de Stress e pedir para sair de NCIS, a atriz perdeu um pouco de respeito, mas o talento da moça continua igual. Lembra da Gretchen de Dawson's Creek ou da Jesse de Wasteland? Sasha Alxander seria a figura perfeita para uma comédia adulta de meia hora e com câmera única.

Ellen Muth: Não há dúvida que a excelente qualidade de Dead Like Me deve-se ao fato da presença absolutamente marcante da garota Georgia Lass. Interpretando tanto drama quanto comédia com absoluto talento, a sumida garota merece ser contratada. E logo.

Tom Amandes: Não dá! o Dr Abbott nasceu para fazer televisão (filme das gêmeas Olsen não conta). O timing de comédia, o olhar de superioridade e expressões marcantes fazem do ator um cara apto para ser um inteligente alívio cômico em qualquer série dramática.

Tammy Lynn Michaels: Sem dúvida "Popular" tinha um elenco fantástico de caras novas, mas a atriz que mais chamou atenção foi a intérprete de Nicole Julian, a patética e hilária "vilã" que roubava as cenas com seus olhares para a câmera e suas citações sempre bizarras. A atriz anda meio sumida desde que teve filhos, mas caviar ninguém deixa muito tempo na geladeira, não é? Tammy Lynn Michaels em qualquer seriado já tem uma espectadora garantida e feliz.

Irene Molloy: A Hunter de Grosse Pointe e Wendy de Andy Richter Controls de Universe tem sorte com a crítica e azar com o público, mais uma razão para xingar a audiência gringa. Essa garota é absolutamente hilária e versátil, com qualidade suficiente para ocupar um posto de estrela de uma série.

Teddy Dunn: Destinado a ser par romântico de Hilary Duff ou Lindsay Lohan em comédias adolescentes, o resgate do fofo Duncan Kane de Veronica Mars chegaria em boa hora. O cara seria perfeito no papel de um novato inseguro em qualquer série policial ou de advogados e, como cerca de 15 séries como essas são lançadas por temporada, o cara já teria um emprego garantido.

Molly Ringwald: Às vezes me pergunto por que eu ainda insisto na musa dos anos 80, quando ninguém mais se importa com ela...Hellô-ô!!! Grey's Anatomy mudou a vida de Patrick Dempsey, CSI:Miami a de David Caruso, Dead Zone a de Anthony Michael Hall e Spin City a de Charlie Sheen...Por que não investir no ressurgimento da melhor atriz da geração Brat Pack? Até vejo as manchetes da People: "She's Back!"

Will Estes: Tudo bem, tudo bem, "Reunion" foi um fracasso, mas em todos os episódios a gente ficava com tanta, mais tanta pena do Will Malloy que torcia para que o cara tivesse matado alguém, só para tomar alguma atitude. É que essa cara de coitado e esse rosto que ajuda a promover até detergente sabor melancia, fazem com que nós ainda não tenhamos desistido de vê-lo em alguma coisa. Talvez um investigador de polícia ou um médico McMuffin.

Janeane Garofalo: Bem que podiam chamar essa atriz super cult para fazer uma comédia invoadora. Algo meio experimental que já garantiria um bom público, pelo menos para o piloto, só pela presença dessa atriz fantástica e cômica que sabe muito bem no que se mete e escolhe papéis extremamente bacanas para interpretar. Talvez uma comédia em tempo real, ou algo Ficção/Reality Show estilo Borat seria perfeito para ela. Garofalo é do tipo de pessoa que tem que ter algo criado especialmente para ela. E os fãs agradecem

Devon Sawa: Eis que o eterno gasparzinho reaparece das sombras. Depois de um passado promissor e uns anos meio obscuros, relançar Davon Sawa seria uma boa. O cara parece ter gosto pela comédia física (vide o trash e hilário-de-tão-idiota "A mão assassina"). Uma comédia bem estilinho de Freddie ou Jesse seria de bom agrado ao cara que hoje é conhecido por fazer a voz do homem aranha nos desenhos animados.


Eis uma lista bem complicada de se fazer...alguma dúvida, sugestão, reclamação?

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